Febre Q

No âmbito do projecto intitulado “Febre Q - do diagnóstico à investigação eco-epidemiológica de Coxiella burnetii no contexto da infecção humana (refª PTDC/SAU SAP/115266/2009)”, financiado pela FCT e que terminou a 31/12/2014, foi possível identificar os quadros que caracterizam a doença no Homem no nosso país, demonstrando que as formas agudas, embora tendencialmente mais moderadas, têm associada uma morbilidade a não negligenciar mas chamando sobretudo a atenção para as situações crónica, pela gravidade dos casos e desafios impostos ao diagnóstico clínico e laboratorial.
Foi ainda possível iniciar a colecção de estirpes portuguesas de C. burnetii, permitindo a identificação de uma diversidade genética que reforça que a evolução do agente tenha vindo a ocorrer no nosso país na ausência de surtos.
Os trabalhos desenvolvidos apontam ainda para o papel dos animais domésticos, sobretudo caprinos e ovinos, na manutenção e eventual transmissão ao Homem das estirpes mais virulentas do agente, que estão associadas a infecções crónicas. No campo veterinário, as infecções por C. burnetii são pouco investigadas embora este estudo tenha demonstrado que este é um agente que pode ser mais comuns do que o esperado, tendo sido implicado na etiologia da doença abortiva em várias espécies pecuárias, quer isoladamente ou em co-infecções com Chlamydophila spp.
Este projecto resultou até ao momento em cinco publicações (artigos, capítulos de livros e outras publicações de índole científica), 22 comunicações em encontros científicos, três teses de Mestrado, tendo ainda contribuído para uma tese de Doutoramento. Para mais informação consultar

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No âmbito do projecto intitulado “Febre Q - do diagnóstico à investigação eco-epidemiológica de Coxiella burnetii no contexto da infecção humana (refª PTDC/SAU SAP/115266/2009)”, financiado pela FCT e que terminou a 31/12/2014, foi possível identificar os quadros que caracterizam a doença no Homem no nosso país, demonstrando que as formas agudas, embora tendencialmente mais moderadas, têm associada uma morbilidade a não negligenciar mas chamando sobretudo a atenção para as situações crónica, pela gravidade dos casos e desafios impostos ao diagnóstico clínico e laboratorial. Foi ainda possível iniciar a colecção de estirpes portuguesas de C. burnetii, permitindo a identificação de uma diversidade genética

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